Depende com quem você deseja se comunicar. Entretanto, uma coisa é certa: se sua palavra não for fiel àquilo que você faz e vive, esta não terá valor algum. Portanto, é fundamental que nossas palavras estejam de acordo com nosso modo de ser e viver. Nada nesta vida é mais decepcionante do que quando descobrimos que alguém, a quem estimamos, vive diferente do que ele diz viver, ou seja, quando não há testemunho de vida.
sábado, 13 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Namorar ou ficar
Nos dias de hoje, por incrível que pareça, namorar é considerado fora de moda. O "ficar" parece muito mais fácil, certo? Talvez nem tanto. No “ficar” as pessoas se encontram, se atraem e acabam trocando beijos ou até algo mais. Mas é importante dizer que esse tipo de relacionamento caracteriza-se pela ausência de compromisso, de limites e regras claramente estabelecidas: o que pode ou não pode é definido no momento em que o relacionamento acontece, de acordo com a vontade dos próprios “ficantes”.
A duração do “ficar” varia: o tempo de um único beijo, a noite toda, algumas semanas. Nessa situação, ligar no dia seguinte ou procurar o outro não é dever de nenhum dos envolvidos.
Por essa razão, esse tipo de envolvimento acaba se tornando atraente para muitas pessoas que desejam apenas curtir o lado bom do namoro, sem responsabilidades, cobranças ou compromissos. A partir disso essa prática acaba substituindo e muito o namoro; muitos jovens preferem apenas trocar alguns carinhos a encarar uma relação mais séria. O problema é que, muitas vezes, bate uma carência, uma vontade de ter alguém...
A pessoa que sempre “fica” dificilmente se envolve. Chega uma hora em que é natural sentir vontade de ter alguém com quem sair, conversar, dividir bons e maus momentos, trocar beijos e carinhos, enfim, ter um relacionamento. Algumas pessoas, às vezes, ficam com vários parceiros na mesma noite, às vezes durante vários dias.
A duração do “ficar” varia: o tempo de um único beijo, a noite toda, algumas semanas. Nessa situação, ligar no dia seguinte ou procurar o outro não é dever de nenhum dos envolvidos.
Por essa razão, esse tipo de envolvimento acaba se tornando atraente para muitas pessoas que desejam apenas curtir o lado bom do namoro, sem responsabilidades, cobranças ou compromissos. A partir disso essa prática acaba substituindo e muito o namoro; muitos jovens preferem apenas trocar alguns carinhos a encarar uma relação mais séria. O problema é que, muitas vezes, bate uma carência, uma vontade de ter alguém...
A pessoa que sempre “fica” dificilmente se envolve. Chega uma hora em que é natural sentir vontade de ter alguém com quem sair, conversar, dividir bons e maus momentos, trocar beijos e carinhos, enfim, ter um relacionamento. Algumas pessoas, às vezes, ficam com vários parceiros na mesma noite, às vezes durante vários dias.
Para refletir:
1) ficar é namorar de brincadeira;
2) ficar é praticar para ver se vai dar certo;
3) ficar é suprir provisoriamente a carência afetiva e sexual;
4) ficar é curtir todo mundo numa boa, sem compromisso
5) enfim, ficar não significa namorar nem mesmo significa crescer.
Pense sempre que Deus tem o melhor para você. Valorizar-se é o caminho da busca da verdadeira felicidade.
"O jovem não foi feito para o prazer, mas para o desafio!" (Paul Marcel, filósofo cristão francês).
1) ficar é namorar de brincadeira;
2) ficar é praticar para ver se vai dar certo;
3) ficar é suprir provisoriamente a carência afetiva e sexual;
4) ficar é curtir todo mundo numa boa, sem compromisso
5) enfim, ficar não significa namorar nem mesmo significa crescer.
Pense sempre que Deus tem o melhor para você. Valorizar-se é o caminho da busca da verdadeira felicidade.
"O jovem não foi feito para o prazer, mas para o desafio!" (Paul Marcel, filósofo cristão francês).
João Mariano e Silvia Helena
Por detrás da aparência do pão
Os católicos dizem que não é mais pão após a consagração, mas é o Corpo de Cristo. Isso é uma loucura ou uma verdade que supera os critérios científicos?O homem moderno espera da ciência, muitas vezes, um remédio que possa curar sua insegurança diante dos vários emblemas que o rodeiam, como a morte, a origem das coisas, o sentido da existência, o drama do sofrimento e da insatisfação interior, entre outros. Diante de suas múltiplas interrogações o que não é provado passa a ser tido como não verdadeiro.
A afirmação católica: "Não é pão e sim Corpo de Cristo" passa a ser considerada uma loucura. Nos laboratórios o que se verifica são as matérias de trigo e de vinho. Da mesma maneira, para muitos cristãos, essa mesma afirmação se encerra apenas no âmbito simbólico, ou seja, aponta para uma realidade, porém, não a contém em si mesma em sua inteireza. Portanto, como acreditar em um sinal de contradição até mesmo no meio cristão?
Existem realidades que superam as constatações realizadas em laboratórios, por exemplo: alguém já tocou em sua alma? Alguém já provou cientificamente a composição da alma humana? Como poderíamos negar sua existência, pois uma vez que alguém morre o que se vê é apenas um corpo e não mais um "alguém"? Por essa razão dizemos que está morto. Porque aquele corpo não possui mais alma.
Da mesma forma o Corpo de Cristo não é verificável em laboratório, mas sim, no princípio de causa e efeito. Se é Cristo deve por sua vez possuir um efeito. Como o alimento, alimenta, o Corpo de Cristo "cristifica", ou seja, faz a pessoa se superar, levando-a progressivamente a crescer no amor, a dar sentido a sua existência, a tornar-se mais humana e por sua vez mais divina.
Essa verdade se comprova também por "pesquisa de campo", pois são milhares de pessoas que no decorrer da história têm testemunhado virtudes heroicas e, ao mesmo tempo, que a causa de sua transformação e a base de sua felicidade se encontram no Deus escondido por detrás do pão consagrado.
Leandro Cesar
quinta-feira, 11 de junho de 2009
SAV realiza reunião com representantes de OVS’s
Com o objetivo de reorganizar e animar as Associações de São José das Obras das Vocações Sacerdotais (OVS), motivado pela realização do Ano Sacedotal, o Serviço de Animação Vocacional (SAV) realizou, no Centro Diocesano de Formação Pastoral, em Três Corações/MG, uma reunião com representantes das OVS’s de nossa Diocese, no último domingo, 07 de junho.Estiveram presentes as coordenações de três paróquias: Paróquia Sagrada Família, de Três Corações/MG, Paróquia Santa Rita, de Boa Esperança/MG e Paróquia Nossa Senhora do Carmo, de Campos Gerais/MG.
Na oportunidade, debateu-se sobre a importância das OVS’s para a vida da Igreja, dado seu caráter intercessor e incentivador das vocações na comunidade, partilharam-se as experiências de trabalho e de organização de cada paróquia, bem como as dificuldades e desafios. Por fim, Jane Abdala, de Campos Gerais, foi eleita como representante diocesana da OVS para integrar a Equipe Diocesana do SAV e auxiliar na articulação e expansão dessa associação de fiéis.
Em seguida, houve reunião da Equipe Diocesana do SAV. Avaliou-se a formação de animadores vocacionais nas foranias. Estes encontros de formação foram realizados ao longo do mês de maio nas cinco foranias, contando com a presença de 19 paróquias. Além da estrutura do encontro foi considerada muito positiva a acolhida dos vigários forâneos e das comunidades paroquiais onde foram realizados os encontros (Dores de Boa Esperança; Cambuquira; Pouso Alto e Baependi), acolhida essa também vista no Centro Diocesano de Formação Pastoral, em Três Corações/MG.
Foram eleitos também representantes de cada forania, que auxiliarão na comunicação e articulação da Animação Vocacional.Aos que participaram e auxiliaram nosso muito obrigado!
Outro assunto da reunião foi a preparação da I Jornada Vocacional Diocesana que acontecerá no dia 2 de agosto, em Varginha, no Colégio Marista, a partir de 8h30min. Desde já, todos os diocesanos da Campanha sintam-se convidados, especialmente os jovens e os leigos engajados e atuantes nas comunidades! Em breve, daremos mais informações sobre a Jornada.
Adoremos nosso Senhor e Rei!
Eu sou muito agradecido a Deus pela graça que Ele me concedeu ainda no meu tempo de menino. Com 12 anos de idade eu já fazia adoração noturna. Eu era aluno das Escolas Profissionais dos padres salesianos no Liceu Coração de Jesus. Todos os meses, nós éramos convidados para dar ao Coração de Jesus o presente de uma noite de adoração diante do Santíssimo Sacramento. O povo diz que ''É de pequenino que se torce o pepino'', e eu só posso agradecer, porque o Coração de Jesus reservava uma noite inteira, todos os meses, para trabalhar meu coração de menino. Agora sou capaz de entender que muita coisa que vivo e realizo, hoje, foi semeada em mim pelo próprio Jesus naquelas noites de adoração. Não é mérito meu ter começado tão cedo: foi uma imensa graça, que eu não sou capaz de avaliar. O fato de a Canção Nova ser hoje uma "Comunidade de Amor e Adoração" é consequência disso. Com a graça de Deus, a adoração ao Santíssimo Sacramento acontece nas 24 horas do dia nesse Território Eucarístico! Há sempre gente adorando Jesus Cristo na Santíssima Eucaristia. Este é o segredo da Canção Nova: cada um de nós tira um tempo, todos os dias, para estar a sós com o Senhor, de coração a coração com Aquele que nos amou e nos confiou essa missão de evangelizar. Dom Bosco repetia sempre para os seus jovens, e eu tive a graça de aprender isso nos meus tempos de menino: ''Quereis alguma graça? Visitai Jesus no Santíssimo Sacramento. Quereis muitas graças? Visitai-O muitas vezes. Quereis poucas graças? Visitai-O poucas vezes''. As conclusões práticas para sua vida você já tirou! Neste mês de junho, mês do Sagrado Coração de Jesus e da Festa de Corpus Christi, celebrada hoje pela Igreja, Jesus está esperando você, de braços abertos, na Santíssima Eucaristia. É Ele que quer dar a você a graça de estar com Ele, de coração a coração, nas horas privilegiadas da sua adoração. Certamente você sabe que o exame científico comprovou que aquela Hóstia transformada em Carne viva – no Milagre Eucarístico de Lanciano – é tecido do miocárdio: portanto, do Coração de Jesus Cristo! Na Santíssima Eucaristia, nas 24 horas, dia após dia, o Coração de Jesus bate forte por você!
Seu irmão, Monsenhor Jonas Abib
terça-feira, 9 de junho de 2009
A família perfeita
A família perfeita é aquela que não desiste de caminhar, de construir e restaurar o seu lar. A família é igual a uma casa em reformas, é o maior transtorno, às vezes, poeira, entulho, tudo que uma construção pode trazer. Penso que você consiga imaginar. Mas esse retrato de uma casa em construção demonstra que ninguém está parado em si ou acha que já esteja pronto; apesar dos incômodos está em construção, em reforma, em restauração. E ninguém restaura um bem se ele não for muito precioso, e isso é um sinal muito positivo. Quem já não leu este aviso em construções públicas: “Desculpe o transtorno. Estamos em construção para atendê-lo melhor”.
A primeira coisa que precisamos notar é que em casa ninguém é igual, e estamos em níveis de maturidade diferentes. Os pais têm mais experiência, mas entre eles há diferenças. Os filhos estão crescendo, sendo construídos em todos os sentidos: no físico, no psicológico e no espiritual. Aqui entra em ação o material para construir cada um, que se chama respeito e paciência com o processo do outro. Por isso, a família precisa ser o ambiente propício para as mudanças, para o crescimento e até para as crises. Ninguém deve ter vergonha de ser o que é e de estar como está em casa. Em minha opinião, existem alguns pontos primordiais para construir e restaurar a família:
1º Restaurar o relacionamento com Deus: a base do sacramento do matrimonio é o amor, sem fazer a experiência de Deus é impossível amar de verdade. O amor real, muitas vezes, passa pela experiência da morte, do aniquilamento, do esquecer-se de si mesmo; e tudo isso, sem Deus, é impossível superar. Mas é preciso respeitar a experiência religiosa de cada um, saber que ela também é individual, mas que dá para fazer um caminho para Deus, JUNTOS!
2º Fazer da minha casa um ninho de amor: na minha casa eu decido amar primeiro, o processo começa em mim, por essa razão, eu não posso cobrar aquilo que ainda não consigo dar. Procurar defeitos nos outros, culpados, não resolver as situações de tensão ou dificuldades vividas em casa, faz dela um inferno e não um pedaço do céu. Eu preciso sentir o desejo de voltar para casa, ela precisa ser o meu refúgio, meu oásis no meio do deserto. Minha casa e minha família precisam me atrair, significam porto seguro, lugar onde não importa a minha condição: EU SEI QUE SOU AMADO.
3º Partilha e diálogo: isso quer dizer onde todos crescem no conhecimento de si e dos outros. A falta de diálogo e partilha deixa crescer dentro dos membros da família os venenos que podem destrui-la, gerando os ressentimentos e as mágoas, a falta de perdão e o medo de se revelar. Dentro de casa precisa se promover um clima de confiança e aceitação do outro, eu preciso me sentir acolhido para partilhar a minha verdade. Outro dia ouvi a experiência de um movimento que se chama Equipes de Nossa Senhora, o qual trabalha com casais. Eles têm uma prática que se chama “direito de sentar-se”. Sentar-se à cadeira, sentar-se à mesa, para falar e ouvir tudo que o outro precisa dizer. ISSO É CARIDADE.
Nós não podemos esquecer que cada um tem a sua parte essencial e importante na construção da família; os pais têm seu papel de pilar de sustentação e construção da casa, mas os filhos dão sentido, vigor e alegria aos genitores. E assim vamos construindo famílias restauradas.
Oração
Pai santo, Pai amado, a restauração da minha família depende da minha participação ativa e consciente. Do meu amor e compreensão, respeito e paciência com o processo dos meus pais e irmãos, por isso, que eu não sonegue amor e verdade, perdão e misericórdia para com os meus, que esse processo comece em mim primeiro. Eu decido amar primeiro em minha família e colaborar com a restauração do santuário da vida, que é minha casa. Amém.
Minha bênção fraterna.
A primeira coisa que precisamos notar é que em casa ninguém é igual, e estamos em níveis de maturidade diferentes. Os pais têm mais experiência, mas entre eles há diferenças. Os filhos estão crescendo, sendo construídos em todos os sentidos: no físico, no psicológico e no espiritual. Aqui entra em ação o material para construir cada um, que se chama respeito e paciência com o processo do outro. Por isso, a família precisa ser o ambiente propício para as mudanças, para o crescimento e até para as crises. Ninguém deve ter vergonha de ser o que é e de estar como está em casa. Em minha opinião, existem alguns pontos primordiais para construir e restaurar a família:
1º Restaurar o relacionamento com Deus: a base do sacramento do matrimonio é o amor, sem fazer a experiência de Deus é impossível amar de verdade. O amor real, muitas vezes, passa pela experiência da morte, do aniquilamento, do esquecer-se de si mesmo; e tudo isso, sem Deus, é impossível superar. Mas é preciso respeitar a experiência religiosa de cada um, saber que ela também é individual, mas que dá para fazer um caminho para Deus, JUNTOS!
2º Fazer da minha casa um ninho de amor: na minha casa eu decido amar primeiro, o processo começa em mim, por essa razão, eu não posso cobrar aquilo que ainda não consigo dar. Procurar defeitos nos outros, culpados, não resolver as situações de tensão ou dificuldades vividas em casa, faz dela um inferno e não um pedaço do céu. Eu preciso sentir o desejo de voltar para casa, ela precisa ser o meu refúgio, meu oásis no meio do deserto. Minha casa e minha família precisam me atrair, significam porto seguro, lugar onde não importa a minha condição: EU SEI QUE SOU AMADO.
3º Partilha e diálogo: isso quer dizer onde todos crescem no conhecimento de si e dos outros. A falta de diálogo e partilha deixa crescer dentro dos membros da família os venenos que podem destrui-la, gerando os ressentimentos e as mágoas, a falta de perdão e o medo de se revelar. Dentro de casa precisa se promover um clima de confiança e aceitação do outro, eu preciso me sentir acolhido para partilhar a minha verdade. Outro dia ouvi a experiência de um movimento que se chama Equipes de Nossa Senhora, o qual trabalha com casais. Eles têm uma prática que se chama “direito de sentar-se”. Sentar-se à cadeira, sentar-se à mesa, para falar e ouvir tudo que o outro precisa dizer. ISSO É CARIDADE.
Nós não podemos esquecer que cada um tem a sua parte essencial e importante na construção da família; os pais têm seu papel de pilar de sustentação e construção da casa, mas os filhos dão sentido, vigor e alegria aos genitores. E assim vamos construindo famílias restauradas.
Oração
Pai santo, Pai amado, a restauração da minha família depende da minha participação ativa e consciente. Do meu amor e compreensão, respeito e paciência com o processo dos meus pais e irmãos, por isso, que eu não sonegue amor e verdade, perdão e misericórdia para com os meus, que esse processo comece em mim primeiro. Eu decido amar primeiro em minha família e colaborar com a restauração do santuário da vida, que é minha casa. Amém.
Minha bênção fraterna.
Padre Luizinho - Comunidade Canção Nova
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